Vivalar
Famílias que escolheram a Vivalar — residência sênior em Porto Alegre

O que as famílias dizem sobre a Vivalar

Depoimentos de pessoas que encontraram aqui um lugar para seu familiar viver bem — e que nos fazem querer continuar melhorando.

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12+
anos em hospitalidade sênior
200+
famílias atendidas ao longo dos anos
4,9
avaliação média nas pesquisas de satisfação
98%
famílias satisfeitas na avaliação semestral

Vozes de quem vive a Vivalar

Nomes e experiências reais de famílias gaúchas que passaram por aqui.

AP

Ana Paula Ribeiro

Porto Alegre, RS — filha de residente

Minha mãe está na Vivalar há oito meses. No começo eu tinha receio — quem não teria? — mas o que me convenceu foi a visita: eles mostraram tudo, sem filtro. Hoje ela faz parte do grupo de jardinagem e tem mais agenda do que eu. A equipe me liga quando há qualquer mudança. Isso não tem preço.

Junho de 2025

CS

Carlos Siqueira

Canoas, RS — filho de residente

A gente demorou um tempo para se decidir e ficou pesquisando bastante. A Vivalar foi a que mais nos recebeu bem desde o primeiro contato — e a que entregou o que prometeu. O meu pai levou algumas semanas para se adaptar, o que é normal. O diferencial foi que a equipe acompanhou esse período de perto e me manteve informado.

Maio de 2025

LM

Luciana Mello

Porto Alegre, RS — neta de residente

Minha avó sempre foi muito independente e a gente sabia que a adaptação seria complicada. A Mariana, que cuida do acolhimento, foi fundamental. Ela não forçou nenhuma atividade, deixou minha avó no ritmo dela. Hoje minha avó vai sozinha à horta de manhã. Jamais imaginei que seria assim tão rápido.

Junho de 2025

RB

Roberto Becker

Gravataí, RS — filho de residente

O que me chamou atenção já na visita foi o tamanho. Não é um condomínio enorme — são poucas pessoas, e os funcionários sabem o nome de cada um. Isso importa. Meu pai reclamava de lugares onde ninguém sabia quem ele era. Aqui alguém sempre sabe como foi o dia dele.

Julho de 2025

MO

Márcia Oliveira

Porto Alegre, RS — irmã de residente

Fiz a visita de boas-vindas com minha irmã antes de decidirmos qualquer coisa. O resumo escrito que nos entregaram foi muito útil — a gente leu em casa, comparou com outras opções, e voltou com mais perguntas. Eles receberam a gente de novo sem cobrar nada. A transparência foi o que nos convenceu.

Maio de 2025

JF

Jorge Fontoura

São Leopoldo, RS — filho de residente

Meu pai passou os primeiros três meses resistindo à ideia — dizia que era velho para aprender coisas novas. Hoje ele lidera o grupo de jardinagem às terças e ficou amigo do Roberto, que organiza as atividades. A Vivalar não forçou nada: esperou o tempo dele. Foi a decisão certa para a nossa família.

Junho de 2025

Histórias de adaptação

Cada chegada é diferente. Algumas adaptações são rápidas, outras levam mais tempo. Aqui estão dois percursos reais.

O desafio

Dona Tereza, 78 anos, viúva há dois anos, morava sozinha no bairro Bom Fim. A família queria companhia e segurança, mas ela não queria "sair de casa". A resistência era grande e a decisão estava paralisada.

A abordagem

A família fez a visita de boas-vindas três vezes antes de qualquer comprometimento. A equipe acolheu Dona Tereza informalmente nas duas últimas. Quando ela veio morar aqui, já conhecia a cozinha, o jardim e dois funcionários pelo nome.

O resultado

Dois meses após a chegada, Dona Tereza integrou o círculo de costura — atividade que ela mesma pediu para incluir na agenda. A filha descreve a transformação como surpreendente: "Ela voltou a ter companhia de verdade."

"Eu jurava que ia odiar. Mas aqui tem gente interessante e nunca fico sem ter o que fazer." — Dona Tereza

O desafio

Seu Antônio, 83 anos, ex-engenheiro, ainda muito ativo mentalmente. A família buscava não apenas moradia, mas estimulação intelectual e conversas de qualidade. As opções que haviam visitado tinham boa estrutura mas pouca vida.

A abordagem

A Vivalar ajustou o programa social de Seu Antônio para incluir tardes de leitura, debates sobre atualidades e o clube de xadrez que outros residentes participavam. O coordenador pessoal atuou de perto para encontrar conexões com outros residentes.

O resultado

Seu Antônio hoje organiza um pequeno clube de debates às quintas-feiras e tem três amigos fixos na residência. A família relata que ele está mais comunicativo do que estava nos últimos anos morando sozinho.

"Eu precisava de gente para conversar de verdade. Aqui encontrei." — Seu Antônio

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Telefone

+55 51 3345-8267

Endereço

Av. Cristóvão Colombo 2240
Floresta, Porto Alegre, RS

Atendimento

Seg–Sex: 8h–18h
Sábado: 9h–14h

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